Ele tem muita história pra contar…

Ele tem muita história pra contar…

Todo homem que gosta de se vestir bem ou precisa estar extremamente alinhado no dia a dia, deve ter ao menos 1 ou (alguns) no armário. Coringa no quesito elegância e formalidade, o terno é necessário em algumas profissões e dress code requisitado em algumas ocasiões pra lá de especiais. Mas, se existe algo que poucos de nós sabemos, são os fatos envolvidos em sua história.

Como conhecimento nunca é demais, resolvemos ir um pouco a fundo para falar desta peça tão icônica e necessária!

Afinal, onde exatamente surgiu o terno?
Muito do que faz parte do nosso vestuário, surgiu na França. E o terno, não poderia ser diferente. Estudiosos relatam que a suntuosidade e a formalidade do local fez com que o terno surgisse e foi exatamente nas mãos de alfaiates do Rei Luís XIV, conhecido como Rei Sol, que surgiu a ideia de produzir uma vestimenta constituída de três (03) peças de um mesmo tecido.

Já outros estudiosos afirmam que o terno foi idealizado para ser utilizado casualmente. Ok! Vocês deve estar pensando (esses aí piraram…rs), mas o que eles defendem é o corte pensado justamente para proporcionar uma maior mobilidade. A fenda do paletó (existente até hoje em muitos modelos) na parte traseira, que já era presente nos vestuários dos cavaleiros da época, não prejudicava de forma alguma seu movimento durante a montaria.

Bem…vamos entender melhor como evoluiu este clássico?
Na moda, muito do que se vê é reflexo do nosso comportamento, ou seja, a representação dos atos da sociedade como um todo. Se no passado a extravagância transmitia poder, com o pós revolução industrial, tudo mudou.
Os homens tornaram-se mais discretos e passaram a exibir todo o seu poder através de outros bens como seus luxuosos carros, jóias e outros pertences, não mais apenas através da sua vestimenta.
Foi aí que o terno ganhou status “padrão” para algumas profissões e vestimenta de burguês. O tempo foi passando e o terno se tornou mais acessível, novos tecidos foram adotados em seu corte e a sua popularidade veio à tona. Hoje, algumas corporações adotam o terno como um uniforme de trabalho e o tal “status” não se perdeu, apenas padronizou o modo de se colocar de alguns profissionais do mercado.

Teorias à parte, o que não podemos negar é: o terno sempre terá o seu status comportamental muito mais voltado para o formal, elegante e alinhado quando comparado com outras peças do guarda-roupas masculino. Hoje os tempos são outros, isto é inegável e o bom disso tudo é que o tradicional anda lado a lado com o que existe de mais atual por conta das constantes releituras pelas quais tem se deparado.

Hoje ele pode ir do preto básico até o colorido sem deixar de perder em hipótese alguma o principal: a sua essência!